Aos amigos que chegavam ao hospital ou pelo telefone celular, Albuquerque dizia: "continue orando por ele, meu amigo. Ore para que o Divino Espírito Santo o livre o mais rápido possível desse problema". Essa frase foi repetida várias vezes pelo deputado.
Com a imprensa, Albuquerque continua mantendo o silêncio. O parlamentar também pediu para à direção do hospital para que não passe informações para a imprensa sobre o estado de saúde de Nivaldo.
Investigação
A expectativa é de que Albuquerque seja uma das primeiras pessoas a serem ouvidas no inquérito que apura o atentado contra o filho. A reportagem do Tudo na Hora também esteve, nesta manhã, na sede da Delegacia Geral da Polícia Civil, em Jacarecica, mas o delegado geral José Edson de Freitas Júnior disse que as investigações seguem em sigilo absoluto.
Nivaldo Albuquerque Neto foi atingido por quatro tiros, um deles no rosto. O atentado foi praticado por quatro homens armados que invadiram a fazenda Jurema, pertencente ao parlamentar.
A polícia investiga as versões de tentativa de homicídio ou de latrocínio (matar para roubar)
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