O incêndio ocorrido na semana passada em uma prisão de Honduras, que causou a morte de pelo menos 359 pessoas, "foi um ato meramente acidental, e não induzido de forma criminosa", afirmou nesta terça-feira o procurador-geral do Estado, Luis Rubí.
Conforme as informações preliminares que recebeu até esta terça-feira, o alto funcionário hondurenho negou que o acidente tenha ocorrido por um curto-circuito ou pelo uso de gasolina, como se foi divulgado extraoficialmente em alguns meios de comunicação locais, que citam supostos réus foragidos não identificados.
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