“Quando acordei e fui abrir o meu estabelecimento,
encontrei a frente lavada de sangue. Deve ser um trabalho de macumba.
Não sei porque alguém faria isso. Não tenho inimigos”, disse José
Henrique, proprietário da mercearia.
De acordo com o policial militar Barros Júnior,
existe a possibilidade de o crânio ter sido retirado de algum
cemitério do bairro para ser utilizado no provável ritual de magia
negra.
Moradores da região ficaram impressionados com o fato inusitado. Um grande número de curiosos se reuniu no local.
Após o trabalho da perícia do Instituto de Criminalística, o crânio foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML).
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